Um vídeo de demonstração de uma aplicação criada por agente deve mostrar um resultado do utilizador já verificado, e não afirmar que uma aplicação montada rapidamente está completa. A pergunta útil é prática: consegue um espectador ver uma pessoa real a iniciar uma tarefa, a realizar a ação que importa e a alcançar um resultado que torne o produto compreensível? Uma sequência curta de navegador dá à pessoa responsável pela aplicação algo concreto para inspecionar antes de a colocar junto de uma mensagem de lançamento, uma descrição de repositório ou uma atualização.
O passo de revisão importa porque um agente pode criar uma quantidade surpreendente de interface antes de um humano ter acordado qual é a prova de valor mais clara. Podem existir rotas novas, mas a primeira rota que um visitante vê pode ainda conter dados vazios, um rótulo por terminar ou um estado que depende de histórico privado. Uma demonstração focada não esconde essas condições. Seleciona um percurso seguro e repetível e dá ao revisor um registo visível do que aconteceu naquela sessão específica.
O GogoScreen recebe o URL de uma aplicação web e uma indicação de uma linha sobre o fluxo a mostrar, e depois prepara um MP4 narrado e editado. Grava a aplicação real, não uma maqueta, enquanto percorre o fluxo. A edição indicada inclui aproximações ao clicar, suavização do cursor, cortes de tempos mortos e legendas. Uma renderização concluída continua a ser apenas um candidato. Uma rota pode falhar ou precisar de uma nova tentativa, pelo que a pessoa que prepara o ficheiro deve planear a revisão, em vez de tratar a existência de um ficheiro como aprovação.
